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Crânio de unicórnio siberiano com 29 mil anos é encontrado

Crânio de unicórnio siberiano com 29 mil anos é encontrado. O “Elasmotherium sibiricum”, que todos pensavam tinha sido extinto há 350 mil anos, na verdade viveu até épocas bem mais recentes. As conclusões são de um estudo publicado no American Journal of Applied Science.
O animal conhecido como unicórnio siberiano, parecido com rinocerontes, era um animal peludo e possante, de acordo com os vários fósseis que já foram encontrados na Eurásia: alguns espécimes tinham 4,5 metros de comprimento e pesavam de 3,5 a 4,5 toneladas.

Crânio de unicórnio siberiano com 29 mil anos é encontrado

Agora, uma análise por radiocarbono de um crânio descoberto no Cazaquistão comprovou que o unicórnio siberiano ou Elasmotherium sibiricum sobreviveu até muito mais tarde do que se pensava – estaria ainda vivo uns 29 mil anos a.C., 300 mil anos mais tarde do que os cientistas tinham calculado.

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Mudança climática:

Agora os cientistas querem saber como esse animal sobreviveu durante tanto tempo, tendo em conta as alterações climáticas que tornaram seu habitat inóspito.

 

Andrei Shpansky, do grupo da universidade de Tomsk (Rússia) que publicou o estudo, lança algumas hipóteses: “O mais provável é que o sudoeste da Sibéria tenha servido de refúgio, permitindo a sobrevivência desses animais.  Há uma outra hipótese: alguns desses animais podem ter migrado para outras regiões mais ao sul”.

Charles Darwin:

Descobriu como esse animal  sobreviveu pode ajudar a compreender melhor o impacto das alterações climáticas na vida dos animais. Como já dizia Charles Darwin: “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

 

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Escrito Por Cilene Bonfim
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