Como funcionam os paraísos fiscais

Como funcionam os paraísos fiscais. O «Panama papers» caiu com uma bomba nos países sérios; no Brasil, o PT pode roubar, acabar com o país porque os outros fizeram e nunca ninguém foi punido, só para exemplificar como o brasileiro pensa de modo atravessado.

 

 

Mas voltando aos paraísos ficais; o Panama papers mostra que líderes de governos, políticos brasileiros, estrelas do esporte e criminosos em todo o mundo escondendo dinheiro em paraísos fiscais.

 

As revelações são parte de uma e investigação feita por jornalistas do mundo do todo. Em si ter dinheiro em paraíso fiscal não é ilegal, a menos que os donos dessas contas estejam tentando esconder alguma coisa; como, por exemplo, a origem do dinheiro e se a conta não foi declarada a Receita Federal.

Como funcionam os paraísos fiscais

Mas como funcionam os paraísos fiscais?

Os paraísos fiscais são tipicamente um estado que tem uma lei que oferece a estrangeiros e as empresas de propriedade desses estrangeiras condições favoráveis para o não pagamento de impostos.

 

Existem dezenas países  chamados paraísos fiscais – e eles têm várias coisas a ganhar com isso, segundo o professor de Economia Guttorm Schjelderup, todo mundo, toda empresa que tem uma conta em paraíso fiscal tem que pagar uma taxa para esse país. No final, esse país, chamado paraíso fiscal, vive dessa taxa. Um exemplo disso são as Ilhas Virgens que têm 19.000 habitantes e cerca de 900.000 empresas.

Ilegalidade:

Os paraísos fiscais oferecem não apenas um lugar onde se paga menos impostos, mas também uma maneira de esconder quem é dono de determinada empresa e servem também para lavagem de dinheiro vindo da corrupção, do tráfico e etc.

Legalidade e neutralidade:

Os paraísos fiscais dizem que não são responsáveis ​pelo que seus clientes fazem, no entanto, tiram proveito dessa suposta legalidade e neutralidade.

Documentos do Panama papers» :

376 jornalistas têm ao longo do último ano analisado 11,5 milhões de documentos que revelam os paraísos fiscais no mundo. Os documentos vazaram a partir do escritório de advocacia Panama Mossack Fonseca, que é especializada em criação e gestão de empresas em paraísos fiscais.
Seus clientes incluem: 12 chefes de Estado, políticos do mundo todo, 29 bilionários, atletas entre outros. Foi o jornal alemão Süddeutsche Zeitung, quem primeiro ganhou o acesso aos documentos. Os demais meios de comunicação tiveram acesso através do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ).

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