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Cientistas: você pode sobreviver sem sexo milhões de anos

Cientistas: você pode sobreviver sem sexo milhões de anos. A simples existência de um peixe pequeno que habita águas tropicais desafia a certeza de que o sexo é indispensável para a sobrevivência dos organismos.

 

 

O rivulus marmoratus ou  rivulin de manguezais, é uma espécie de peixe que floresce em água doce e terra firme. Pode viver até dois meses em terra, respirando através da sua pele, antes de retornar à água através de uma série de deslizes de 180 graus. E, o mais importante, é um dos únicos vertebrados, o outro é um parente próximo do seu, que se fertiliza.

 

 

 

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Esta última habilidade tem intrigado cientistas como Luana Lins, pesquisadora do centro de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Washington. Esses peixes conseguem se reproduzir por milhões de anos graças a um mecanismo extraordinário que os protegem da extinção, até serem vítimas de várias doenças e micróbios perigosos.

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Os cientistas descobriram que certas partes do DNA dessas criaturas revelaram-se muito variadas do ponto de vista genético, o que foi uma surpresa absoluta para os especialistas, considerando seu método de reprodução. Esse fator inesperado levou os cientistas a pensar cuidadosamente sobre como isso poderia acontecer.

 

 

Quando dois indivíduos se acasalam e seus cromossomos se alinham, os genes de cada um dos pais terão diferentes nucleotídeos, ou blocos genéticos, nos locais correspondentes no DNA. Estes diferentes nucleotídeos são chamados de “heterozigotos”. E porque diferentes genes conferem características diferentes, descendentes de pais terão uma combinação de características de cada um.

 

 

 

No entanto, quando uma criatura fertiliza seu próprio ovo com seus próprios espermatozoides, é provável que seus nucleotídeos coincidam com uma uniformidade que só se quebra devido a mutação ou recombinação ocasional. Os seus nucleotídeos em pares são chamados de “homozigoto” e, como clones, uma geração é praticamente é igual a próxima.

 

 

 

Ao observar o DNA dessa espécie de peixe, várias linhagens, se esperava encontrar uma certa uniformidade entre eles. No entanto, Lins e seus colegas das universidades de Washington, Stanford e Alabama não acharam nada. Apesar do alto nível de coincidência, muitas partes do genoma, especialmente aquelas relacionadas à função do sistema imunológico, foram compostas por diferentes genes.

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Escrito Por Cilene Bonfim
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