O que é racismo, realmente?

O que é racismo, realmente? O uso do termo “racismo” tornou-se tão popular que se espalhou por termos relacionados como “racismo reverso”, “racismo horizontal” e “racismo internalizado”.

 

O que é racismo, realmente?

Definir Racismo:

Vamos começar pela definição mais básica de racismo – o significado do dicionário. De acordo com o American Heritage College Dictionary, o racismo tem dois significados.

 

 

Em primeiro lugar, o racismo é: “A crença de que a raça explica as diferenças de caráter ou habilidade humana e que uma determinada raça é superior aos outros”. Em segundo lugar, o racismo é “Discriminação ou preconceito baseado na raça”.

 

 

São abundantes exemplos da primeira definição. Quando a escravidão foi praticada nos Estados Unidos, os negros não só eram considerados inferiores aos brancos, mas considerados como propriedade em vez de seres humanos.

 

 

 

Durante a Convenção de Filadélfia de 1787, foi acordado que os escravos deveriam ser considerados pessoas de três quintos para efeitos de tributação e representação. Geralmente, durante a escravidão, os negros eram considerados intelectualmente inferiores aos brancos. Essa noção persiste na América moderna.

 

 

Em 1994, um livro chamado The Bell Curve postou que a genética é a culpa do porque os afro-americanos tradicionalmente obtêm são menos inteligência do que os brancos. O livro foi atacado por todos, do colunista do New York Times, Bob Herbert, que argumentaram que os fatores sociais eram responsáveis ​​pelo diferencial, a Stephen Jay Gould, que argumentou que os autores fizeram conclusões não apoiadas em pesquisa científica.

 

 

Em 2007, o geneticista James Watson, premiado com o Prêmio Nobel, acendeu uma controvérsia semelhante quando sugeriu que os negros eram menos inteligentes do que os brancos.

 

Racismo hoje:

 

Infelizmente, o racismo na forma de discriminação persiste até. Um exemplo disso são as taxas de desemprego entre brancos e pretos. O desemprego entre negros é muitas vezes quase o dobro da taxa de desemprego entre os brancos.

Racismo internalizado:

 

O racismo internalizado é quando uma minoria acredita que os brancos são superiores. Um exemplo altamente divulgado disso é um estudo de 1954 envolvendo meninas e bonecas pretas. Quando foi dada a escolha entre uma boneca negra e uma boneca branca, as meninas negras escolheram desproporcionalmente esta última.

 

 

 

Em 2005, um cineasta adolescente conduziu um estudo semelhante e descobriu que 64 por cento das meninas preferiam as bonecas brancas. As meninas atribuíram traços físicos associados a brancos, como os cabelos mais retos, sendo mais desejáveis ​​do que os traços associados aos negros.

 

 

Quanto ao racismo horizontal – isso ocorre quando membros de grupos minoritários adotam atitudes racistas em relação a outros grupos minoritários. Um exemplo disto acontece quando um imigrante brasileiro que se acha superior a um imigrantes muçulmano.

 

Racismo reverso:

O “racismo reverso” refere-se a discriminação anti-branco. Muitas vezes é usado em conjunto com práticas destinadas a ajudar as minorias, como a ação afirmativa. O Supremo Tribunal continua a receber casos que exigem que ele determine quando os programas de ação afirmativa criaram anti-branco

 

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