Atualidades

6 Dicas boas de Goldman Sachs para investir em 2017

6 Dicas boas de Goldman Sachs para investir em 2017. Uma equipe de banco de investimento Goldman Sachs liderada pelo co-presidente da Macro Global e Mercados, Francesco Garzarelli, publicou uma lista das melhores ideias para investir em 2017, de acordo com a Bloomberg.

6-dicas-boas-de-goldman-sachs-para-investir-em-2017

A empresa também adverte que algumas ideias na lista são novas, e outras são versões renovadas de negócios já publicado.

1. O dólar vai ganhar:

A equipe, acredita que a dinâmica das taxas do dólar dos Estados Unidos será positivo. Mas dizem que na Europa a situação será completamente diferente, como o ‘Brexit’ que vai provocar um efeito negativo sobre a libra esterlina, e as eleições na França, Alemanha e Holanda que vão causar problemas no Euro.

 

Os especialistas esperam que o dólar aumente em 10% em comparação com as taxas do euro e a libra esterlina. Ou seja para quem não entendeu é hora de investir no dólar.

2. Trump vai se preocupar cada vez mais com a moeda chinesa:

O Goldman espera que Pequim continue com a política de depreciação da moeda controlada em relação ao dólar. Portanto, os especialistas aconselham a optar por contratos de câmbio sem entrega (NDF) de 12 meses.

3. Moedas de mercados emergentes:

Estrategistas aconselham optar pelo real brasileiro, o rublo russo e o rand da Africa do Sul em relação ao won da Coreia do Norte e o dólar de Cingapura.

 

4. Ações de longo prazo dos mercados emergentes:

Os especialistas recomendam ações de mercados emergentes, como Brasil, Polônia e Índia.

5. Comércio em reflação:

Analistas anunciam que “provavelmente o funcionamento do comércio em ‘reflação” será melhor em 2017, graças a uma combinação de fatores “, que é o preço dos serviços de energia, o fim da austeridade e a tolerância dos bancos centrais com relação a uma inflação elevada.

 

6. crescimento de dividendos europeus:

“Swaps de dividendos são um híbrido de empréstimos e ações e atualmente são atraentes no contexto de cross-ativo”, diz Garzarelli.

Deixe um Comentario